In Evangelho do dia

29.07.2020 – Jo 11, 19-27

19e muitos Judeus tinham vindo até junto de Marta e de Maria, para as consolarem pela morte do irmão.

20Quando Marta ouviu dizer que Jesus estava a chegar, foi-Lhe ao encontro, enquanto Maria ficava em casa. 21Disse então Marta a Jesus: Se cá estivesses, Senhor, não teria morrido meu irmão! 22Ainda agora eu sei que tudo o que pedires a Deus, Deus To há-de conceder. 23Diz-lhe Jesus: Teu irmão ressuscitará. 24Responde-Lhe Marta: Eu sei que há-de ressuscitar na altura da Ressurreição, no último dia!


Comentário

21-22. Segundo interpreta Santo Agostinho, o pedido de Marta é um exemplo de oração confiante e de abandono nas mãos do Senhor que sabe melhor que nós o que nos convém. Por isso, «não Lhe disse: Rogo-Te agora que ressuscites meu irmão (…). Somente disse: Sei que tudo podes e  fazes tudo o que queres; mas fazê-lo fica ao Teu juízo, não aos meus desejos» (In Ioann. Evang., 49,13). O mesmo se deve dizer acerca das palavras de Maria que São João relata pouco mais adiante (v. 32).

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