Se o fundador é santo, essa Obra só pode ser santa…”Se o fundador é santo, essa Obra só pode ser santa…

Por Maria Olívia Fumis
Maria Olívia, participante da Renovação Carismática Católica, ouviu certa vez um comentário negativo sobre o Opus Dei e, em seu profundo amor pela Igreja, decidiu esclarecer-se e buscar informações sobre “o que era esse Opus Dei”, do qual nunca ouvira falar. Nisto, tomou conhecimento da canonização de Josemaria Escrivá e pensou: “Se o fundador é santo, essa Obra só pode ser santa…”. Hoje, sem deixar de participar da Renovação, participa dos meios de formação da Obra.

Agradecida pelo muito que tenho recebido de Deus através de sua Igreja – da qual o Opus Dei é uma expressão fidelíssima –, venho com alegria registrar meu testemunho:

Embora tenha tido formação católica, até os meus 45 anos eu era uma católica “caótica”, isto é, só procurava Deus e sua Igreja quando me encontrava atolada em algum “apuro”. Passada a crise, me afastava de novo…

Há vinte anos, dirigida pela mão de Deus (movida com toda certeza pelas orações de minha mãe e de três tias freiras…), iniciei uma caminhada de conversão através da RCC – Renovação Carismática Católica. Participo ativamente desse Movimento através do qual tenho recebido muitos bens espirituais, sendo um deles o amor profundo pela Igreja.

Pois bem: há alguns anos, em ambiente não católico, ouvi um comentário negativo a respeito do Opus Dei, do qual, até então, nunca ouvira falar. O amor e interesse por tudo o que se relaciona com a Igreja despertou em mim o desejo de conhecer o que era esse “Opus Dei”. Procurei me esclarecer a respeito, mas em Santos –cidade onde moro – não encontrei quem pudesse me informar com precisão. Pouco tempo depois, pelo jornal do Vaticano “L’Osservatore Romano” tomei conhecimento da canonização do fundador do Opus Dei, Monsenhor Josemaria Escrivá, de quem também nunca ouvira falar. Então, raciocinei e concluí: “Se o fundador é santo, essa Obra só pode ser santa…” (conclusão óbvia…).

Aumentou, então, meu interesse em conhecer esse “controvertido” Opus Dei… Justamente nessa ocasião, “o acaso” colocou nas minhas mãos um pequeno livro: “A Língua”. Li, gostei. Contatei a Editora Quadrante – que eu também não conhecia – para encomendar alguns exemplares para presentear amigos. Quando os livros chegaram, veio junto um catálogo e, pela relação das obras, vi que a Quadrante tinha muitos livros publicados sobre o Opus Dei! Entrei em contato, então, com essa editora e, por meio da informação que obtive, conheci Dona Carolina, membro da Obra, residente em Santos.

Desde então, sem deixar de ser ativa na RCC, participo dos meios de formação do Opus Dei. Faço parte de um grupo que se reúne mensalmente e, também uma vez por mês, vamos a São Paulo onde participamos de um recolhimento; nessas ocasiões recebemos a formação por meio de meditações e palestras que nos ajudam de modo prático e podemos nos confessar e nos orientar espiritualmente com um sacerdote da Obra. Participo ainda de um retiro anual de final de semana.

Quero testemunhar, com gratidão e alegria, o quanto essa Obra de Deus tem sido positiva na minha vida. A literatura e os ensinamentos simples, práticos e profundos, estão me ajudando a crescer na fé e no conhecimento da doutrina genuinamente católica, enriquecendo meu trabalho de apostolado. A orientação segura dos sacerdotes me fortalece nas decisões a serem tomadas e na busca firme da santidade na vivência do meu dia-a-dia. O convívio com pessoas alegres, transparentes, verdadeiros modelos de vida cristã autêntica, tem contribuído muito, também, para a minha edificação.

Muito obrigada, meu Deus! Muito obrigada, meus irmãos e irmãs do Opus Dei! Que essa Obra de Deus se expanda, cada vez mais, para o bem da nossa Igreja e para a honra e glória do Senhor!

Maria Olívia Fumis
Santos – SP