In as famílias e o Opus Dei
Por Marcos Escudeiro
Marcos declara que a sua irmã, numerária do Opus Dei há 30 anos, está sempre sorrindo para todos. Relata que agora está mais experiente e amadurecida, sem deixar de ser a mesma pessoa. Depois de ler uma biografia de São Josemaria conseguiu entender ainda mais a alegria da sua irmã.

Não sou membro nem participante do Opus Dei. Mas minha irmã é como se chama lá, numerária.

Este ano faz 30 anos que ela deixou nossa casa e foi dedicar-se integralmente à Obra.

É engraçado quando vejo tanta movimentação da mídia quando alguém quer falar mal da Obra! Sabem porque? Minha irmã mesmo morando lá todo esse tempo foi e é cada vez mais minha melhor amiga, que está sempre sorrindo, não tem tempo ruim, nem dor nem nada, ela está sempre sorrindo para todos.

Ela não abandonou a família, nem passou por lavagem cerebral. Ela é a mesma pessoa que saiu de casa aos 19 anos, agora com muito mais experiência e maturidade.

Mesmo quando há 26 anos, nosso pai faleceu de acidente, ela tinha sofrido um acidente de carro uns dias antes, estava com a bacia quebrada e com muito esforço veio nos consolar.

Conhecendo minha irmã como conheço, e tendo tido a oportunidade de no final do ano passado, ler os três volumes “O Fundador do Opus Dei” de Andrés Vázquez de Prada, que conta a história de São Josemaría Escrivá, pude entender melhor ainda sua felicidade. Essa felicidade que tanto buscamos no dia a dia das nossas vidas vejo em minha irmã a prova viva de quem busca e alcança a cada dia de sua vida.

Nos últimos meses, passei por sérios problemas de depressão, oriundos de problemas financeiros. Minha irmã, não se descuidou um dia de mim, me visitava praticamente todas as semanas, mesmo eu morando no interior, e falava comigo ao telefone diariamente.

Todas as organizações, sociedades etc compostas por seres humanos têm sua parte ruim. Vemos maus policiais, maus políticos, maus professores, maus médicos, maus padres, e certamente existem no Opus Dei os que não entendem o que estão fazendo lá e porque decidiram ir lá.

Infelizmente, fala-se hoje mais dos maus do que dos bons. Falar mal é fácil, difícil é ir lá estudar, participar e ajudar a consertar o mundo. Alguém pode ser crítico musical sem estudar música? Alguém pode julgar procedimentos médicos sem estudar medicina?

Recomendo a quem queira criticar o Opus Dei, que antes seja imparcial e vá estudar, ver a sua história e o seu desenvolvimento, desde que nasceu (foi fundado).

Marcos Escudeiro

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