Nenhum bem se compara à vocação de nossa filha!

Por Therezinha e Afonso C. M. Nunes
Sim, a vocação é um chamado de Deus. Porém, Deus se serve das circunstâncias humanas para se fazer ouvir. As palavras de São Josemaria transcritas abaixo e o relato que segue confirmam isto.
“Costumo dizer aos sócios da Obra que eles devem noventa por cento de sua vocação a seus pais, porque os souberam educar e os ensinaram a ser generosos. Posso garantir que na imensa maioria dos casos – praticamente na totalidade – os pais não só respeitam mas também amam essa decisão dos filhos, passando a ver a Obra como uma ampliação da sua própria família. É uma das minhas grandes alegrias e uma confirmação mais de que, para sermos muito divinos, temos de ser também muito humanos.” (trecho do ponto 104 de ‘Questões atuais do cristianismo’).

Casamos ainda bastante jovens em 1959, eu com 19 anos e meu marido com 24. Viemos morar em São Paulo – capital – vindo do interior do Estado.

Tivemos uma formação cristã e procuramos dar continuidade a esta formação quando chegamos em São Paulo. No meu trabalho como professora, encontrei pessoas que nos levaram a conhecer o Opus Dei. Era o que precisávamos, pois aí encontramos formação doutrinal sólida e orientação espiritual intensa.

Nossos três filhos “beberam o leite” da formação do Opus Dei e, para completar nossa felicidade, recebemos a graça de Deus que concedeu à nossa filha caçula a vocação de numerária.

Saúde, fortuna, prazer… nada se compara a este bem maior que o Senhor nos concedeu. Fomos abençoados e acompanhados pela Virgem e por São Josemaria.

Therezinha e Afonso C. M. Nunes