In Evangelho do dia

31Depois desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia e, ao sábado, lá estava a ensinar aquela gente. 32Eles enchiam-se de assombro com o seu ensino, porque a Sua palavra era cheia de autoridade.

33Achava-se na sinagoga um homem que tinha o espírito dum Demônio impuro, o qual se pôs a bradar em alta voz: 34 — Ah! Que tens que ver connosco, Jesus de Nazaré? Vieste para nos perder? Eu sei quem Tu és: o Santo de Deus! 35Disse-lhe Jesus em tom severo: Cala- te e sai desse homem. E o Demônio, depois de o arremessar para o meio da assistência, saiu sem lhe fazer mal algum. 36Todos se encheram de espanto e exclamavam: Que palavra esta! Manda com autoridade e poder nos espíritos impuros, e eles saem! 37E a Sua nomeada estendeu-se a todos os lugares da região.

Comentário

33-37. A mesma autoridade que Jesus tinha mostrado com a Sua palavra mostra agora com os Seus factos.

34. O demônio diz a verdade nesta ocasião, ao chamar-Lhe «o Santo de Deus», mas Jesus não aceita este testemunho do «pai da mentira» (cfr Ioh 8,44). Com efeito, o demônio costuma dizer algumas vezes a verdade para encobrir o erro e, ao semear assim a confusão, enganar mais facilmente. Jesus, ao fazer calar o demônio e ao expulsá-lo, ensina-nos a ser prudentes e a não nos deixarmos enganar pelas verdades a meias.

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