Estou feliz de poder continuar cooperando com essa Obra de Deus

Por Ngina Kenyatta
Sua Excelência Mama Ngina Kenyatta, que foi primeira-dama do Quênia, é viúva do fundador e primeiro presidente da República do Quênia, Jomo Kenyatta (presidente do Quênia de 1963 até seu falecimento em 1978). Neste relato, Mama Ngina Kenyatta nos fala de sua relação de 30 anos com o Opus Dei.

Em outubro de 1967, inaugurei o Kianda Residence, onde conheci algumas jovens do Opus Dei que vieram ao Quênia com o fim de transmitir os ensinamentos do seu Fundador, o Bem-Aventurado Josemaria Escrivá.

Ao longo destes anos, tenho podido comprovar o efeito que o espírito desses ensinamentos provocou na vida de muitíssimas jovens. Receberam não só a educação acadêmica ou profissional, mas também valores espirituais, tão necessários para a nossa sociedade.

As moças que passaram por Kianda sabem procurar a Deus nas coisas correntes da sua vida diária, trabalhando bem porque procuram ver a Deus em tudo. Eu também acolhi esses valores e procuro oferecer o meu dia a Deus.

O que mais aprecio é ver como esse espírito não fica restrito somente às pessoas do Opus Dei, mas se propaga em muitas outras pessoas.

Estou feliz de poder continuar cooperando com essa Obra de Deus, à qual me sinto ligada há trinta anos.

Ngina Kenyatta, 31-I-2001

(Relato publicado na Folha Informativa nº 17)